10 dicas para casais conquistarem objetivos financeiros

Como bem se sabe, dentre os maiores motivos de divórcio no mundo estão problemas relacionados ao controle das finanças dentro do ambiente familiar. Por isso, separei algumas dicas que irão ajudar os casais a se unirem e conquistarem seus objetivos. 1. Falar sobre dinheiro Dinheiro não deve ser um tabu entre casais, pois para uma vida a dois manter-se saudável, é preciso ter sinceridade e transparência em todos os aspectos da vida, inclusive quando o assunto é dinheiro. 2. Divisão das despesas Se ambos possuem renda, então é importante que haja uma divisão dos gastos da casa. De forma prática, o ideal é que cada um contribua com as despesas de forma proporcional à sua renda. Por exemplo: se o casal possui renda de R$ 15 mil, sendo R$ 9 mil da esposa e R$ 6 mil do marido, então eles contribuem para a renda familiar, respectivamente, na proporção de 60% e 40%. Nesse caso, uma boa dica de finanças para casais é que a contribuição nas despesas mensais também ocorra nessa proporção. O casal pode também optar por dividir as despesas com algum outro critério que não seja de maneira proporcional à renda. O ponto importante é que ninguém fique com o pensamento de que está sendo injustiçado pela falta de empenho do outro em contribuir para o bem estar financeiro da família. 3. Mesada do casal Desde que em primeiro lugar sejam pagas as contas da casa e seja reservado um valor para investimentos, é importante estipular um valor fixo mensal, para que cada um possa utilizar como desejar. 4. Ter um controle financeiro Muitas brigas entre casais acontecem porque no final do mês ninguém sabe para onde o dinheiro foi. Assim, um fica culpando o outro e ninguém chega a lugar algum. Fazer o controle financeiro significa fazer o levantamento de tudo que a família possui de receitas e despesas, mas também realizar a análise da estrutura de gastos familiar. Dessa maneira é possível conhecer os pontos em que é preciso mudar o comportamento de consumo ou, até mesmo, gastar um pouco a mais. 5. Manter sempre uma reserva de segurança A quinta dica de finanças para casais é que imprevistos acontecem com todo mundo, e como o próprio nome já diz, não sabemos quando irão ocorrer. Alguns imprevistos podem representar grandes gastos, afetando diretamente o dia a dia da família, o que é muito ruim para a vida de um casal. Por isso é preciso estar preparado o tempo todo. Para essas situações, o recomendado é a construção de uma reserva de segurança. Além de imprevistos, ter uma reserva de segurança é importante para garantir liberdade na execução de alguns projetos ou sonhos pessoais, como é o caso de quem deseja realizar uma transição de carreira — em alguns casos se sujeitando a reduzir a renda por um período, por exemplo. 6. Ter uma reserva para sonhos Às vezes é importante dar um tempo, viajar, comer em algum lugar bacana, fazer um programa diferente. Mas estes programas podem se tornar muito caros, apertando o orçamento. Por isso uma boa dica de finanças para casais é economizar um pouco cada mês especificamente para os sonhos. O valor a ser poupado é de escolha dos dois, mas o importante é não comprometer as finanças do casal. 7. Listar os objetivos a serem atingidos O casal não deve se esquecer do futuro. Nesse caso, é importante começar a planejar o futuro agora. Seja comprar um imóvel , aumentar a família ou programar a aposentadoria…a forma mais fácil de conseguir tudo isso é juntando um pouquinho todos os meses e investindo. No final, a recompensa é ver como todo o esforço valeu a pena! 8. Formalizar a relação Se o casal já mora junto e não tem nenhum documento que formalize a união, é bom ficar atento. Não é preciso casar, necessariamente, mas um contrato de união estável é essencial. O principal ponto nesta dica de finanças para casais é que uma união entre duas pessoas gera impactos jurídicos e patrimoniais. Por isso, é importante que o casal esteja formalmente preparado para evitar constrangimentos e embaraços em situações indesejadas, como a morte e o divórcio, por exemplo. 9. Encontrar o equilíbrio É praticamente impossível encontrar duas pessoas que pensem exatamente igual. Por isso, o casal vai precisar achar um equilíbrio entre a forma como cada um lida com dinheiro. Se um gasta muito, o outro vai precisar ser mais linha dura. O importante é viver dentro de um padrão de vida possível de ser proporcionado pela renda do casal. Para isso é preciso se conhecer, estar disposto a abrir mão de algumas coisas, ter muita parceria e definir objetivos comuns. 10. Orçamento para lazer A última dica de finanças para casais é estipular um valor máximo que pode ser gasto com lazer. Essa meta pode ser semanal ou mensal, dependendo dos hábitos de cada casal. Somos movidos a recompensas e esses “presentes” irão nos motivar a atingir nosso objetivo maior. É importante ressaltar que esse valor não deve atrapalhar nem a reserva para sonhos, nem a reserva de segurança e nem o futuro do casal. A ideia é justamente ajudar a atingir esses objetivos.
Organização Financeira para Autônomos

Um dos grandes desafios dos profissionais que trabalham por conta própria, é organizar de forma separada, as finanças pessoais das finanças da empresa. No geral os profissionais liberais têm mais dificuldade na hora de planejar, pois seus ganhos são variáveis, ainda mais quando o setor possui picos de consumo sazonais. Por isso, ser autônomo requer alguns cuidados para não cair nas armadilhas do seu próprio negócio: 1 – Separe as finanças pessoais das despesas do seu negócio: Essa é a dica mais recomendada por 10 entre 10 especialistas no assunto. Apesar disso, é um dos principais motivos pelo qual os profissionais autônomos se endividam. Misturar os gastos, gera uma grande confusão e o primeiro passo para se organizar financeiramente, é fazer essa separação. Distinguir custos pessoais dos profissionais, vai ajudar também na hora de declarar o imposto de renda. Portanto, o primeiro passo para começar a separar as despesas é ter uma conta bancária e um planejamento para Pessoa Física e outra para Pessoa Jurídica. 2 – Calcule os custos fixos pessoais e da empresa: Seguindo na mesma linha, agora é o momento de analisar a planilha que você fez e entender quais são os custos fixos mensais, como aluguel, internet, telefone, entre outros. Saiba o que realmente é necessário e o que é supérfluo nos dois casos (pessoal e da empresa). Pode aproveitar esse passo para cortar alguns itens e já fazer algumas economias. Com as despesas bem definidas, separe mensalmente a quantia necessária para arcar com os gastos pessoais e os gastos da empresa. Caso sejam contas variáveis, como água e luz, calcule a média dos últimos meses para se preparar. Se o orçamento não fechar, considere reduzir custos ou planejar algo para aumentar seu faturamento. 3 – Tenha capital de giro na empresa: Capital de giro é essencial para fazer uma empresa rodar, sendo o valor representado pelos itens de consumo básico, necessários para a instituição operar, o qual você apurou no item acima. Por isso, esse dinheiro se torna tão importante para não depender apenas das entradas de caixa. 4 – Use o cartão de crédito com inteligência: Quando falamos sobre pessoa física, o ideal é possuir apenas um cartão de crédito, que tenha um bom programa de benefícios e centralizar seus gastos nesse cartão, para pontuar e usufruir desses benefícios. Na empresa, você também pode ter um cartão empresarial atrelado a sua conta jurídica, porém se tiver o capital de giro citado no item anterior, não é necessário. Apenas organize seu fluxo de caixa definindo seus pagamentos nas datas dos seus recebimentos, sem precisar recorrer a nenhuma ferramenta de antecipação. Caso haja algum desajuste no fluxo de caixa, você terá seu capital de giro para rodar o mês tranquilamente. 5 – Inclua as férias no planejamento: Tirar férias é fundamental para a saúde, além de ser uma ótima maneira de aumentar a produtividade e voltar com mais gás para a sua profissão. Na hora de planejar suas finanças pessoais, inclua os gastos com as férias, considerando uma viagem e a diminuição de receita. Aproveite um período em que o seu ramo de atuação esteja um pouco mais fraco para não deixar de faturar muito. E será muito melhor se coincidir com a baixa temporada, já que poderá viajar para excelentes lugares pagando mais barato. 6 – Faça uma reserva de emergência: Separe uma parte do seu faturamento e do seu salário e destine para um fundo de emergência. Isso vale tanto para fazer uma reserva pessoal, quanto profissional. Essa é uma das principais dicas de finanças para autônomos, pois como os ganhos são variáveis, é muito importante ter uma segurança. Defina o quanto vai destinar por mês para essa reserva. O ideal é ter, no mínimo, um caixa que cubra seis meses de custos e despesas, antes de retirar o lucro da empresa. Em meses melhores, coloque mais dinheiro nessa quantia. E de preferência, invista em produtos com uma boa combinação entre retorno, risco e liquidez. 7 – Se programe para o longo prazo: Recolha contribuições para o INSS, pague uma previdência privada ou invista em títulos públicos de vencimento longo. O importante é conseguir poupar no presente para aproveitar também no futuro. Diferente dos assalariados, que têm FGTS e pagam automaticamente pela aposentadoria, quem é autônomo precisa cuidar dessas questões por conta própria. Com o passar do tempo, é complicado manter o ritmo de trabalho. Se o faturamento diminuir, o investimento feito no passado vai ajudar a manter o padrão de vida, sem precisar passar por grandes dificuldades. Procure separar uma quantia para investir todo o mês, de forma que isso passe a ser um custo fixo no seu planejamento. 8 – Estipule adequadamente o preço dos seus serviços: No caso de trabalhar oferecendo serviços, saiba definir o preço pelo seu trabalho. Faça uma pesquisa de mercado e cobre um valor que cubra suas despesas e te dê a margem de lucro que você precisa. Mas dê valor ao seu produto e explique para o cliente o porquê do preço cobrado. Revise esse custo a cada seis meses. Fazendo isso, você não vai ganhar um dinheiro que vale menos por conta da inflação e continua a se atualizar com base no que é cobrado por outros concorrentes do mesmo setor. 9 – Não guarde o dinheiro embaixo do colchão: Muitos profissionais autônomos recebem pagamentos em dinheiro vivo e acumulam essa parte do patrimônio em casa. Primeiramente, existe a questão de segurança. Outro ponto é que o dinheiro perde poder de compra. Se hoje, o valor acumulado em casa é capaz de fazer a compra de quatro meses de supermercado, é provável que em pouco tempo esse montante só cubra três compras e assim sucessivamente. Então o melhor a fazer, é buscar investimentos atrelados ao seu objetivo. Para isso, defina qual o objetivo de guardar o dinheiro e quando ele será utilizado. Objetivos de curto prazo por exemplo, pedem ativos de renda fixa e que tenham liquidez, ou seja, que podem ser resgatados a
O que é o Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é um tipo de investimento em renda fixa. Ele é diferente das aplicações de renda variável como as ações, quando você não sabe qual será o rendimento. É por isso que a renda fixa é uma opção mais segura para investidores iniciantes e mais conservadores. A compra destes títulos funciona como um empréstimo para o governo. Ele usa seu dinheiro e o devolve no prazo determinado, incluindo o acréscimo dos juros por ter emprestado esse valor. Eles são divididos em: Prefixados Tesouro Prefixado (LTN) – há apenas um pagamento, que é feito quando o título vence e você recebe a rentabilidade total informada quando fez a aplicação. Assim, se você compra um título ou parte dele hoje, receberá o mesmo valor após o prazo do vencimento, somado aos juros determinados. Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F) – oferece rentabilidade logo após a aplicação, com pagamento de juros a cada seis meses. Ou seja, você vai recebendo a rentabilidade durante a vigência da aplicação. Pós-fixados Tesouro Selic (LFT) – há apenas um pagamento, quando vence a aplicação. Ela é indicada para os mais conservadores por acompanhar a taxa básica de juros, que sofre poucas variações ao longo dos meses. Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B) – trabalha com a rentabilidade prefixada na hora da aplicação e a variação da inflação. Nesse tipo de título, a rentabilidade é paga ao longo do período da aplicação, a cada seis meses, mas com incidência da alíquota do Imposto de Renda. Tesouro IPCA+ – funciona da mesma forma que o título anterior, mas sem o pagamento de juros semestrais. Ou seja, após o vencimento você recebe o valor investido com o acréscimo de juros prefixado e a variação da inflação.
O que é Forex?

Forex é a sigla de Foreign Exchange Market. Em português, o termo significa Mercado de Moeda Estrangeira. Ele foi criado em 1971 e movimenta trilhões de dólares diariamente. O Forex é considerado o maior mercado cambial do mundo. Resumidamente, trata-se de um ambiente virtual em que são realizadas transações de compra e venda de moedas. Sua plataforma fica aberta das 22h do domingo às 22h da sexta-feira. Ela pode ser acessada por bancos comerciais, centrais e empresas de todos os tipos, além de pessoas físicas. Na prática, as transações em Forex envolvem duas moedas, que juntas formam um par de moedas. Uma moeda é comprada, enquanto a outra é vendida. Considere o par de moedas EUR/USD. Se você comprar este par, você estará comprando euros e vendendo dólares. Se você vender este par, você estará vendendo euros e comprando dólares. Se as compras de um par de moedas excedem as vendas, o preço sobe. Se as vendas excedem as compras, o preço cai. Os especuladores que negociam no Mercado Cambial, buscam identificar se o valor de uma moeda em relação à outra aumentará ou diminuirá. Ou seja, os resultados dependem da relação cambial. Se a sua previsão realmente acontecer, ele receberá os retornos positivos. Caso contrário, terá perdas financeiras. Uma das características das transações no Forex, além do investimento realizado em pares, é a sua velocidade. As operações ocorrem em questão de minutos. Outro ponto muito utilizado nesse mercado é a alavancagem. Ela representa a possibilidade de operar com valores além do que você tem. Isso pode impulsionar os resultados, tanto positivos quanto negativos. Também é preciso se atentar à insegurança institucional, pois o mercado não é regulamentado no Brasil. Por isso é preciso abrir uma conta em um país estrangeiro e enviar o dinheiro para realizar alguma operação no Forex. As moedas são ativos muito voláteis. Por isso, antes de começar no Forex, analise se tem o perfil para operar. É importante estudar e se aprofundar no assunto e ainda assim, caso se identifique com esse mercado, é mais seguro abrir uma conta demonstrativa em uma corretora internacional que opere forex para treinar até que esteja seguro dos riscos para operar na conta real. E por fim, nunca opere sem estabelecer uma metodologia de gerenciamento de riscos!
O que é Minimalismo e como ele pode te ajudar nas finanças?

Primeiramente Minimalismo é um estilo de vida em que, vivendo com menos coisas, temos, mais tempo, espaço, energia e dinheiro para vivermos nossa vida. Muitas pessoas que aderem ao minimalismo não, necessariamente, afundaram-se em dívidas, antes de aderir. Mas se cansaram de ver todo o seu dinheiro ir embora em coisas que se acumulavam em suas casas. Após fazer a transição, muitos viram que poderiam se dedicar a suas verdadeiras paixões. Seja viajar, dedicar-se a seus hobbies, estar mais presente com os amigos ou a família. E mais importante: gastando menos, é possível poupar mais dinheiro, ficando mais fácil conquistar a tão sonhada independência financeira. O minimalismo é um estilo de vida que tem muito a oferecer a quem adere a ele. Você pode começar essa mudança, simplesmente jogando fora o que não está mais em condições de ser usado. Depois disso, é um ato muito gratificante o de doar o que ainda está em bom estado, mas você não quer mais. E se você tem algo de valor, também pode vender. Existem várias plataformas de venda de produtos usados que você poderá colocar os seus. Caso você possua alguma habilidade manual, também é possível reaproveitar o que você tem, para dar uma segunda chance às suas roupas ou ressignificar objetos do cotidiano para outros usos. O minimalismo vem de encontro com o, cada vez mais provável, colapso para o qual nossa sociedade de consumo parece estar caminhando. Sua vida poderá ser ainda mais próspera, se conseguir desapegar do que não necessário para você. Assim, você poderá concentrar em conquistar sonhos que realmente importam. Mesmo que você pense que este não seja seu estilo, o minimalismo poderá contribuir para atingir o que sempre sonhou. Você não necessariamente precisa aderir a esse estilo de vida para sempre, mas poderá utiliza-lo temporariamente para alcançar mais rapidamente, seus objetivos.
Investimento no Exterior: BDR’s X Stocks?

Nesses últimos dias, o mercado financeiro ficou bem agitado após a CVM (Comissão dos Valores Mobiliários) permitir que qualquer investidor possa negociar BDR’s (Brazilian Depositary Receipts) que são valores mobiliários emitidos no Brasil, que possuem como lastro, ativos (geralmente ações), emitidos no exterior e que antes, eram restritos somente para investidores qualificados, ou seja, aqueles que tivessem investidos mais de R$1 milhão. Dessa maneira, se o investidor com menos recursos quisesse investir no exterior, teria que abrir conta em uma corretora internacional que aceitasse investidores estrangeiros e fazer seus investimentos diretamente (Stocks). Mas o que é melhor, investir em BDR ou direto no exterior? Abaixo vou listar as vantagens e desvantagens de investir em BDR ou diretamente no exterior. Vantagens de investir em BDR A principal vantagem de investir em BDR é a facilidade. Você pode comprar os ativos diretamente na conta que você já tem aqui no Brasil. Outra vantagem é que você opera tudo em reais, sem se preocupar com a variação cambial e também não pagará taxas de remessas de valores para o exterior. Por ser ativos no Brasil, a declaração de imposto de renda é mais simples. Resumindo as vantagens de investir em BDR: Investir pela corretora que já tem conta, Todas as operações em reais, Declaração de imposto de renda é mais simples, Não tem custos com transferências de recursos para o exterior. Desvantagens de investir em BDR Como o BDR é emitido por uma instituição depositária, é preciso que alguma se interesse por emiti-lo. Isso faz com que o número de BDR’s disponíveis seja menor do que você teria disponível, se fosse investir direto no exterior. Outra desvantagem é que você não é efetivamente sócio da empresa, já que você está comprando um ativo que representa uma ação ou um ETF (Exchange Traded Funds, que são fundos que replicam o desempenho de índices e que são negociados em bolsa de valores, como se fossem ações de uma empresa). As instituições emissoras dos BDR’s aqui no Brasil ficam geralmente com 5% dos dividendos. Outra desvantagem dos BDR’s é que sua liquidez é bem menor que a liquidez das ações propriamente ditas. Resumindo as desvantagens de investir em BDR: Baixo número de BDR’s disponíveis (em comparação com negociação direta no exterior), Ter BDR não o torna sócio, Taxa de 5% nos dividendos do BDR, Menor liquidez. Vantagens de investir direto no exterior A principal vantagem de investir diretamente no exterior é que você tem acesso a uma infinidade de ativos, já que não é dependente de uma instituição depositária. Outra vantagem é que seu patrimônio estará em dólar ou outra moeda e por estar fora do Brasil, seu capital estará protegido da concentração ou possível instabilidade econômica no Brasil, Resumindo as vantagens de investir direto no exterior: Sem limitação de acesso a ativos (em comparação com a dependência nas instituições depositárias) Patrimônio em outra moeda, fora do Brasil. Ativos com liquidez Sem taxa extra sobre os dividendos (cobradas pela instituição depositária nos BDR’s) Desvantagens de investir direto no exterior Existe o processo de envio que tem custo de spread, taxas e IOF. Outra desvantagem é que o processo de declaração de imposto de renda é mais complexo e trabalhoso. Você também precisa levar em consideração os ganhos da moeda ao calcular os ganhos na venda. Nos EUA, caso você tenha um patrimônio acima de US$ 60 mil, estão sujeitas as leis de imposto sobre herança caso venha a falecer. Resumindo as desvantagens de investir direto no exterior: Incidência de taxas, IOF e custos de spread para o enviar o capital, Processo de declaração mais complexo, Imposto sobre herança acima de 60 mil USD. Enfim, então qual é a melhor opção? Investir em BDR ou direto no exterior? Isso depende de cada investidor. Você precisará levar em consideração os prós e contras de cada opção e escolher a melhor opção para você. Independo de qual escolher, a diversificação internacional é importante para um portfólio balanceado.
O que é o dividend yield?

Muita gente entra no mercado de ações apenas para lucrar com as oscilações dos preços dos ativos. Porém, existe um perfil de investidor que almeja ganhar também com o pagamento de proventos. Isso quer dizer que ele não se preocupa apenas em comprar na baixa e vender na alta, mas também em receber parte dos lucros da empresa emissora do ativo. Esses lucros são distribuídos aos acionistas por meio do pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio. O dividend yield, rendimento de dividendos em português, é justamente a relação entre esses proventos pagos pelas empresas e o preço dos papéis. Para que serve essa métrica? Esse indicador serve para mensurar a performance de uma companhia em relação ao pagamento dos proventos. Por meio dele, é possível estabelecer uma relação entre os dividendos distribuídos ao longo de 12 meses e o preço atual da ação da empresa. O DY serve para que o investidor consiga ter uma ideia de quanto determinada empresa poderá vir a pagar em proventos nos próximos 12 meses, analisando o que foi pago no mesmo período anterior. Com base nisso, é possível avaliar se o investimento é ou não vantajoso do ponto de vista dos dividendos. Como calcular o dividend yield de uma ação? Calcular o dividend yield de uma ação é bem simples e não exige nenhum cálculo completo. Para encontrar o indicador, basta dividir os proventos pagos por ação pela empresa nos últimos 12 meses pela cotação atual dos papéis da companhia. A fórmula é a seguinte: Dividend yield = valor dos proventos (dividendos ou JCPs) por ação ÷ cotação da ação × 100 Vejamos um exemplo para ficar mais claro: imagine que uma empresa pagou R$ 2,00 por ação nos últimos 12 meses e, atualmente, sua ação esteja valendo R$ 20,00. Seu dividend yield seria de 10%. Caso um investidor tivesse adquirido 200 ações desta empresa por R$ 20,00 cada, com o investimento de R$ 4.000,00, teria recebido cerca de 400 reais em proventos, ou seja, 10% do investimento inicial. Como interpretar o DY? Apesar de o cálculo ser fácil, a análise do resultado pode ser um pouco mais complexa. Com base nas informações acima, podemos notar que quem busca por empresas que paguem bons proventos, deve ficar de olho nas companhias que possuem os maiores valores de dividend yield. O DY varia de acordo com a oscilação dos preços das ações e também conforme o total de dividendos pagos no período. Dessa forma, se o preço da ação cair, o dividend yield irá subir. E quanto maior o dividend yield, melhor para o investidor. Entretanto, é importante ter em vista que o dividend yield pode estar distorcido por conta de lucros que não sejam recorrentes. Por isso, o DY não deve nunca ser considerado de forma isolada, mas deve ser analisado levando em conta a procedência e recorrência dos dividendos, o payout (percentual do lucro que é distribuído entre os acionistas), a rentabilidade da empresa e suas margens. Pode acontecer também de uma empresa com prejuízos pagar bons proventos com o objetivo de atrair capital, o que representaria um risco para investidores que se atentam apenas ao DY. Portanto, antes de escolher em qual ação investir, realize uma análise sólida e completa para reduzir riscos. Conclusão Quem pretende montar uma carteira de investimentos com foco no recebimento de dividendos deve não apenas aprender a calcular o dividend yield, mas, principalmente, saber interpretar esse indicador e incluí-lo em uma análise mais completa em conjunto com outros dados que contribuam para uma decisão mais assertiva. É importante acompanhar os fundamentos da companhia constantemente, para identificar métricas distorcidas e não cair em ciladas.
O que é Análise Fundamentalista?

É a análise de ativos baseada em fundamentos. Essa análise busca determinar o valor de um título, concentrando-se em fatores que afetam o negócio de uma empresa e suas perspectivas futuras. Em um âmbito mais amplo, refere-se à análise da saúde econômica de uma entidade financeira ao invés de analisar apenas os movimentos de preços das ações. Ela serve para ajudar o investidor a avaliar como está a saúde financeira e operacional da empresa e, assim definir se é interessante, ou não, investir dinheiro em suas ações, as quais são negociadas na bolsa de valores. Por ter esta característica , esse tipo de análise é muito usada no mercado de ações por investidores que possuem foco de investimento no longo prazo.
O que é Análise Técnica?

Análise técnica é um método usado por profissionais do mercado financeiro e investidores em geral para tentar prever o caminho dos preços e do fluxo de um determinado ativo financeiro, com uma lógica que estabelece probabilidades a partir de imagens, tendências e padrões consultados em gráficos ao longo do tempo. Por isso, ela também pode ser chamada de Análise Gráfica. Por meio da movimentação desses investimentos, que podem ser ações, contratos futuros, moeda, entre outros ativos, esses gráficos são formados. Com isso, os analistas gráficos conseguem definir certas repetições históricas que indiquem os próximos movimentos. E isso acaba sendo primordial para a tomada de decisão de compra ou de venda, ou melhor, de “entrada” e “saída”, como os especialistas falam no cotidiano. De forma geral, a Análise Técnica é usada principalmente para operações de curto prazo na Bolsa de Valores, pois os detalhes dos gráficos permitem tomar decisões rápidas que podem resultar em lucro ou prejuízo em questão de segundos, a depender do movimento do ativo escolhido.
Qual o papel do Coach Financeiro?

O Coach Financeiro é um profissional que visa potencializar sua performance financeira, através de técnicas, ferramentas e metodologias específicas. Através do processo aplicado por esse profissional, você aprende a se programar e entender como funcionam as regras do dinheiro. A maioria dos problemas financeiros, surgem através do nosso próprio comportamento com o dinheiro. O Coach Financeiro vai te ensinar a planejar, programar e montar seu plano de ação de como sair das dívidas, aumentar sua renda, criar novas receitas, proteger seu dinheiro e investir de forma eficiente. O trabalho do Coach Financeiro consiste em analisar as diferentes necessidades do coachee ou cliente e assim, poder indicar as ferramentas específicas que apoiem seu autodesenvolvimento, tornando possível sair do estado atual para o estado desejado. O profissional também irá trabalhar alguns conceitos como mudança de mindset ou mentalidade financeira, quebra de crenças com o dinheiro e autoconhecimento. Ao final do processo, o coachee ou cliente, terá condições de seguir sozinho sua jornada.